A ALMA QUE CARREGO
Existem dias em que tudo parece motivo para se esconder dentro de si.
Nessas ocasiões lembro-me da necessidade urgente de sorrir, de ser gentil, de gargalhar, acreditar na vida e enfrentar a mim mesma.
Não existe solidão..., pois cada elemento do universo compartilha a mesma essência divina. Por isso, não devemos temer ficar a sós com a própria sombra.
É um momento mágico de reflexão onde a alma se encontra com o coração.
O momento certo de sair da caverna de Platão*.
Essa mesma alma que carrego, lembra:
Que o silêncio que se segue, serve de benção para harmonizar os momentos já eternizados.
Que não existem batalhas para serem vencidas sem perdas e pedras para serem atiradas.
Que somente existe a luz e as trevas, o princípio e o fim, o conjunto e a obra, a coragem e o medo, a saudade e a eternidade.
Que cada momento da vida deve ser sagrado e não desperdiçado.
Que cada dia junto com o nascer do sol, uma nova vida e mais chances se iniciam.
Perdemos tempo de mais inventando motivos para não arriscar, não escolher, não sentir a emoção pulsar por ela mesma.
Qualquer caminho só deve ser seguido se você acredita nele.
Você deve acreditar em si, mas respeitar o que outras almas carregam por aí.
Não existe força maior de que um ser que se move pela paixão de suas ideias.
A alma que carrego em mim está leve e imortal...
A essência que carrego se eterniza no silêncio dos tempos...
* O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna, foi escrito pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade. (Nota da Autora)
(Autoria - Nica Marod -26/05/2011)
Existem dias em que tudo parece motivo para se esconder dentro de si.
Nessas ocasiões lembro-me da necessidade urgente de sorrir, de ser gentil, de gargalhar, acreditar na vida e enfrentar a mim mesma.
Não existe solidão..., pois cada elemento do universo compartilha a mesma essência divina. Por isso, não devemos temer ficar a sós com a própria sombra.
É um momento mágico de reflexão onde a alma se encontra com o coração.
O momento certo de sair da caverna de Platão*.
Essa mesma alma que carrego, lembra:
Que o silêncio que se segue, serve de benção para harmonizar os momentos já eternizados.
Que não existem batalhas para serem vencidas sem perdas e pedras para serem atiradas.
Que somente existe a luz e as trevas, o princípio e o fim, o conjunto e a obra, a coragem e o medo, a saudade e a eternidade.
Que cada momento da vida deve ser sagrado e não desperdiçado.
Que cada dia junto com o nascer do sol, uma nova vida e mais chances se iniciam.
Perdemos tempo de mais inventando motivos para não arriscar, não escolher, não sentir a emoção pulsar por ela mesma.
Qualquer caminho só deve ser seguido se você acredita nele.
Você deve acreditar em si, mas respeitar o que outras almas carregam por aí.
Não existe força maior de que um ser que se move pela paixão de suas ideias.
A alma que carrego em mim está leve e imortal...
A essência que carrego se eterniza no silêncio dos tempos...
* O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna, foi escrito pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade. (Nota da Autora)
(Autoria - Nica Marod -26/05/2011)

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