O egoísmo
Eu me arrasto aos pés dos homens
Sussurro no seu ouvido palavras em tom cruel até que a minha
própria consciência me negue.
Não venho de fora, mas habito seu interno.
Escondo-me nos sorrisos de
Quem nunca foi sincero.
Sou o que sou!
O que não está na pureza.
Eu sou o vazio do mundo, o que nega o pão ao próprio irmão.
Sou à vontade, a mentira, o ferir, a ganância.
Toda desarmonia da condição humana.
Dentro da vaidade me escondo... E quem sou eu?
O egoísmo!
Aquele mesmo que habita o seu coração!

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